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EMBAIXADORES E REPRESENTANTES DE ORGANISMOS INTERNACIONAIS VISITAM O CISM


Os Embaixadores da Bélgica, Canadá, Estados Unidos da América (EUA), França, Reino Unido, Suíça, e Espanha, e representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA (ONUSIDA) e do Banco Mundial, visitaram no dia 18 de Abril, o Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM). A visita tinha como objectivo dar a conhecer o trabalho realizado pelo CISM nos últimos anos, aos diferentes doadores presentes em Moçambique e avaliar modelos de cooperação, de modo a reforçar os contributos dos governos de Moçambique e de Espanha, que têm financiado o desenvolvimento da estrutura do CISM desde a sua criação.


Na companhia da Administradora do Distrito, Maria Fernandes Moçambique Tonela, do Presidente da Fundação Manhiça, entidade Gestora do CISM, Leonardo Simão e da direcção, investigadores e colaboradores do CISM, visitaram as instalações do Centro, deslocaram-se a um agregado familiar no distrito de Manhiça, e ao Hospital Distrital da Manhiça para ver como são implementadas por um lado, a Plataforma de Vigilância Demográfica e Geográfica e por outro a Plataforma de Morbilidade.

CISM é um símbolo de sucesso de cooperação entre os governos espanhol e moçambicano

De acordo com o Embaixador da Espanha, e Membro do Conselho de Administração da Fundação Manhiça, Alberto Cerezo, o CISM é um símbolo de sucesso de cooperação entre os governos espanhol e moçambicano, pelo que segundo ele, “o trabalho realizado pelo CISM tem um grande impacto em Moçambique e em todo o mundo e é importante que os doadores internacionais presentes em Moçambique, testemunhem e vejam o trabalho que é aqui realizado. Importa destacar que, não é possível explicar a nossa presença no país sem falar do CISM, cujos impactos são visíveis igualmente na Espanha, pois, temos uma geração de investigadores que puderam formar-se no Centro.”


Parte dos visitantes numa visita a um agregado familiar

Por sua vez, o Embaixador dos Estados Unidos, Peter Vrooman, destacou que “é importante ver a combinação entre a pesquisa e a assistência clínica que o Centro está a liderar, e como esta instituição é composta maioritariamente por jovens com paixão pela pesquisa e pela saúde, e cujo seu trabalho tem um impacto positivo em toda a África e no mundo em geral, sobretudo nas zonas mais afectadas pela malária. Helen Lewis, Alta-Comissária do Reino Unido em Moçambique acrescentou que “hoje vimos no terreno muitos resultados positivos do trabalho levado a cabo pelo CISM, cujo impacto resume-se no aumento da esperança de vida.

A OMS usa os dados gerados por este tipo de centros, para monitorar a saúde global, incluindo as causas da mortalidade

O representante da OMS em Moçambique, Severin Von Xylander, defendeu que o trabalho realizado pelo CISM é fenomenal, pois considera que “é importante reconhecer que não há programas ou políticas de saúde autossuficientes, portanto, esta ligação entre a pesquisa e acção dos programas é muito bom para o país, pois auxilia os governos a terem informações baseadas em evidências para a tomada de decisão. A nível da OMS por exemplo, usamos os dados gerados por este tipo de centros, para monitorar a saúde global, incluindo as causas da mortalidade”.


No final, o Presidente da Fundação Manhiça, considerou que este tipo de visitas “são sempre uma honra para o Centro, pois estimulam-nos e contribuem para maior exposição do Centro aos doadores internacionais, mas sobretudo abrem-se oportunidades para que o CISM através dos contactos estabelecidos, procure instituições similares nos países representados na visita, de modo a procurar interesses comuns e descobrir novos modelos de financiamento”.

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